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Após polêmica em jogo do Flamengo, arbitragem de MS foi ‘rebaixada’ e não trabalhou mais na Série A

Paulo Vollkopf  volta a apitar nesta terça, mais de um mês após
o jogo polêmico em Florianópolis (Foto: Cristiano Andujar/AGIF)
A arbitragem de Mato Grosso do Sul vinha prestigiada pela Comissão de Árbitros da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) até a sexta rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, porém, uma polêmica abalou a confiança nos árbitros do Estado, que não foram mais relacionados para atuar na principal divisão do campeonato nacional, sendo ‘rebaixados’ para as Séries B e C.

Tido como um dos principais árbitros de Mato Grosso do Sul, o educador físico Paulo Henrique Vollkopf, de 32 anos, foi escalado para atuar no confronto entre Avaí e Flamengo, em Florianópolis, no dia 11 de junho. Ele já havia trabalhado em outros dois jogos da primeira divisão com arbitragem sul-mato-grossense, um como assistente adicional, na partida entre Ponte Preta e Sport, em Campinas, e outro como árbitro principal no duelo entre Atlético/GO e Corinthians, em Goiânia.

O prestígio de Vollkopf foi abalado devido a confusão que se deu já na metade final da partida, quando empatavam em 1 a 1 e o árbitro marcou um pênalti para os donos da casa, porém, após quase três minutos, voltou atrás por conversa com o também árbitro do Estado, Paulo Henrique Salmázio, que estava como assistente adicional 2 e recomendou que a possível infração não fosse marcada.

A polêmica foi um dos temas principais das discussões por todo o país durante alguns dias e culminou no afastamento de Vollkopf, que não foi por mais de um mês escalado para qualquer partida de qualquer Série, voltando aos trabalhos apenas nesta terça-feira (18), em partida entre Santa Cruz e Vila Nova, pela Série B do Campeonato Brasileiro.

A segunda divisão nacional, aliás, tem sido o habitat natural dos árbitros sul-mato-grossenses. Antes da polêmica, três partidas já haviam sido feitas por trios do Estado e depois, mais quatro escalas foram realizadas, totalizando sete no ano, mais que as Séries A e C, que somadas chegam a seis. O árbitro Marcos Mateus Pereira foi quem mais apitou jogos pelas divisões nacionais no ano, trabalhando em seis partidas.

Na Série D, seis jogos na primeira fase tiveram arbitragem de Mato Grosso do Sul, no entanto, na fase mata-mata, nenhum árbitro ou assistente foi escalado para atuar até o momento.


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