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Campeão, Corumbaense teve campanha inferior ao Operário e aproveitamento menor que Águia Negra

Superior em campo, Corumbaense terminou estadual com segunda
melhor campanha (Foto: Anderson Ramos/Capital News)
Números ajudam a entender o que acontece dentro das quatro linhas, porém como o futebol não é uma ciência exata, nem sempre eles demonstram o que realmente acontece dentro de campo. Prova disso aconteceu nesta edição do Campeonato Sul-Mato-Grossense, onde o Corumbaense, campeão estadual, não foi a equipe de melhor campanha e sequer com o maior aproveitamento de pontos conquistados.

Com 60% dos pontos conquistados, o Carijó terminou a competição com campanha inferior a do Operário, terceiro colocado, e com aproveitamento menor até que o Águia Negra, eliminado ainda nas quartas de final. O Galo da capital, inclusive, é a equipe a ser destacada pelos números, terminando a competição com, além da maior pontuação, o maior número de vitórias e o melhor ataque, com média superior a dois gols por jogo.

Do outro lado da tabela, em situação irreversível ficaram Serc e Ivinhema, que terminaram na lanterna de suas chaves na primeira fase e foram rebaixados. O Azulão encerrou a competição com o pior desempenho, conquistando apenas 20% dos pontos, tendo o maior número de derrotas e ao lado da equipe de Chapadão o menor número de vitórias, com apenas um triunfo.

Confira os números apurados pelo Capital News sobre esta primeira fase:

Melhor campanha: Operário (32 pontos em 16 jogos)
Melhor aproveitamento: Águia Negra (69,4% dos pontos conquistados);
Mais vitórias: Operário – 10 (sobre: União/ABC 2x; Novo; Costa Rica; Comercial; Serc; Urso 2x; Corumbaense; e Sete de Dourados);
Mais empates: Corumbaense – 8;
Mais derrotas: Urso – 7;
Melhor ataque: Operário – 33 gols marcados (2,06 por jogo);
Melhor defesa: Águia Negra – 11 gols sofridos (0,96 por jogo);

Pior campanha: Ivinhema (6 pontos – 20% de aproveitamento);
Menos vitórias: Ivinhema e Serc – 1 (sobre Urso e Comercial, respectivamente);
Menos empates: Águia Negra – 1 (com o Corumbaense);
Menos derrotas: Corumbaense – 1;
Pior ataque: Ivinhema – 8 gols marcados (0,8 por jogo);
Pior defesa: Urso – 25 gols sofridos (2,08 por jogo);

Mais gols marcados no 1º tempo: Operário – 18;
Mais gols sofridos no 1º tempo: União – 12;
Menos gols marcados no 1º tempo: Naviraiense – 3;
Menos gols sofridos no 1º tempo: Comercial – 2;
Mais gols marcados no 2º tempo: Sete de Dourados – 17;
Mais gols sofridos no 2º tempo: Urso – 17;
Menos gols marcados no 2º tempo: Ivinhema – 4;
Menos gols sofridos no 2º tempo: Serc – 5;

Técnico com mais vitórias: Celso Rodrigues (Operário) – 10;
Técnico com mais derrotas: Jandaia Caetano (Urso) – 7;
Técnico com mais empates: Nei César (Corumbaense e Sete) – 8;
Técnico com menos vitórias: Virgílio Ferreira (Águia Negra), Nilson Bola (Ivinhema) e Odirley Lage (Serc) – 1;
Técnico com menos derrotas: Ney Cesar (Corumbaense e Sete), Válter Ferreira (Comercial) e Douglas Ricardo (Corumbaense) – 1;
Técnico com menos empates: Virgílio Ferreira (Águia Negra) – 0;
Técnico com melhor aproveitamento: Virgílio Ferreira (Águia Negra) – 100% (1 vitória);
Técnico com pior aproveitamento: Nilson Bola (Ivinhema) – 20% (1 vitória, 3 empates e 6 derrotas);

Equipe com mais pênaltis a favor: União/ABC – 5 (contra Comercial, Operário, Serc e Novo 2x);
Equipe com menos pênaltis a favor: Comercial, Ivinhema, Sete, Serc e Urso – 1;
Equipe com mais pênaltis contra: Naviraiense – 4
Equipe com menos pênaltis contra: Costa Rica, Operário e Sete – 1

Primeira fase:

Mais rodadas na liderança: Operário – 10 (1ª a 10ª rodada do grupo A) e Águia Negra – 7 (4ª a 10ª rodada do grupo B);
Mais rodadas na zona de rebaixamento: Novo (5 rodadas do grupo A) e Naviraiense (8 rodadas do grupo B)
Rebaixados na zona de descenso: Serc – 2 rodadas (9ª e 10ª do grupo A) e Ivinhema – 1 rodada (10ª do grupo B)

Mata-mata:

Melhor aproveitamento: Operário (66,6% dos pontos conquistados);
Mais vitórias: Operário – 4 (sobre: Urso 2x; Corumbaense; e Sete de Dourados);
Melhor ataque: Operário – 13 gols marcados (1,08 por jogo);
Melhor defesa: Novo – 4 gols sofridos (0,6 por jogo);


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