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Corumbaense recorre contra arquivamento de pedido de punição ao Operário

Presidente do Carijó alega que clube foi prejudicado por caso
semelhante no início do estadual (Foto: Reprodução/Diário Corumbaense)
Um dia após ser derrotado pelo Operário no primeiro jogo da semifinal do Campeonato Sul-Mato-Grossense, o Corumbaense voltou à Justiça para cobrar a exclusão do Galo do estadual pela escalação do volante Eduardo Arroz nas duas primeiras rodadas da competição, quando estava suspenso por expulsão ainda quando defendia o Sete de Dourados, em 2016, que deveria ser cumprida neste ano.

O clube já havia ingressado com a ação na última semana, porém viu seu pedido ser arquivado junto a outros dois – de Comercial e Urso –, com o procurador do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD/MS), Thiago Monteiro Yatos, alegando que a pena havia sido prescrita, já que o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) prevê 60 dias para denúncia de qualquer irregularidade após o fato, porém o presidente do Carijó, Luiz Bosco Delgado, critica a decisão já que ficou sem dois jogadores nas primeiras rodadas por cumprirem suspensão semelhante a do meia operariano.

“Nós já tínhamos nos programado para isso. Não podemos ser prejudicados por uma lei que vale para um e não vale para outro que é o caso. Não vamos deixar passar batido, mesmo porque a questão não é brigar por causa de perda ou ganho de jogo e sim pelo que é justo. Se a lei foi aplicada para o Corumbaense por que não foi aplicada para o jogador que continua ainda insistindo em jogar, não cumprir a punição? A pena não prescreve, a pena é permanente. Queremos que a Justiça veja aquilo que é certo e julgue da forma correta”, disse ao Diário Online, o dirigente do Corumbaense.

Bosco ressalta que o recurso não tem qualquer relação com o resultado do campo, onde o Carijó perdeu por 1 a 0 em casa, com gol marcado justamente por Eduardo Arroz. Para ele, o clube quer apenas justiça. “Quero que as pessoas entendam que independente do jogo de domingo, nós temos o direito de reivindicar o que é certo”, disse, relembrando ainda o conflito de interesses no caso, onde o procurador do TJD/MS, Thiago Yatos é sócio do advogado do Galo, Rafael Meirelles.

Para o Operário, o caso já faz parte do passado e o clube segue se preparando para o segundo jogo da semifinal. Os jogadores receberam descanso na segunda-feira (17) e retornam aos trabalhos na manhã desta terça (18). O confronto de volta acontece no próximo domingo (23), às 15h, no estádio Morenão, na capital. Para ficar com a vaga na decisão o Galo pode até ser derrotado por um gol de diferença que avança.

Nesta terça-feira se inicia também a venda de ingressos para o duelo. "Iremos manter os preços que estamos trabalhando neste campeonato, R$ 40,00 reais as cadeiras, e R$ 20,00 qualquer lugar nas arquibancadas" afirma o presidente do alvinegro, Estevão Petrallás. As entradas estarão à venda na Panificadora Toscano, na Cerv Já (Av. Afonso Pena) e no Box do Gordinho no Mercadão Municipal.
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