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Árbitra assistente de MS estréia na Série A do Brasileirão neste domingo

Auxiliar é aspirante ao quadro da Fifa e termina 2016
estreando na Série A do Brasileiro (Foto: Arquivo Pessoal)
O jogo entre São Paulo e Santa Cruz, neste domingo (11), válido pela 38ª rodada do Campeonato Brasileiro, pode não valer muito para as duas equipes. O tricolor paulista já está classificado para a Copa Sul-americana e o time pernambucano já foi rebaixado para a disputa da Série B em 2017. Mas para uma três-lagoense, o fim de semana tem tudo para ser inesquecível.

Daiane Caroline Muniz dos Santos é árbitra assistente e integrante do quadro da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) desde 2014. Ela atua na arbitragem há sete anos e pela primeira vez na carreira vai trabalhar em um jogo da primeira divisão nacional. “Eu digo que se para eles (os times) o jogo não vale nada, pra mim é uma final de Libertadores”, brinca. “Estou muito feliz, encerrar o ano com um jogo de Série A é uma mostra que estou no caminho certo. O Pacaembu é o estádio onde eu vi um jogo profissional pela primeira vez, e agora vai ser onde vou estrear na primeira divisão, é uma alegria muito grande”, diz.

Em 2016, a árbitra assistente trabalhou em jogos de todas as divisões do campeonato nacional. Foram oito partidas na Série B, uma na C e outras duas na D. “Antes eu só tinha a referência do nosso campeonato estadual, então o impacto quando trabalhei na série B foi muito grande. A diferença de condições, estrutura, jogadores. Tudo isso, a vivência no campo, serviu de aprendizado. Passei por muitas situações diferentes”.

Uma das situações que mais chamaram a atenção foi na final do Campeonato Brasileiro da Série C. Na partida entre Boa Esporte (MG) e Guarani (SP), o zagueiro Ferreira agrediu o árbitro Marcos Mateus Pereira após ser expulso. “Foi um lance estranho. Por mais que o jogador reclame, ninguém esperava que ele tivesse aquela reação. A primeira coisa que fiz foi ir dar apoio a ele (juiz), nessa hora você nem pensa no protocolo. Pra mim, a punição (o jogador foi suspenso por 180 dias) foi pouca”, afirma.

Para 2017, a expectativa é continuar na escala. A assistente aspirante à FIFA quer se aprimorar nos testes físicos e nos treinamentos para entrar definitivamente nas escalas da Série A. “Quando eu tiver o escudo da FIFA, isso vai ser frequente”, finaliza.

Por JPNews
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