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Especial Sub-17 - Seduc

Atual bicampeão, Seduc busca a terceira conquista consecutiva
(Foto: Reprodução/Facebook)

Se tem um time que não é considerado surpresa nesta fase, este é o Seduc. Atual bicampeão, o clube movimenta não só a cidade de Anastácio, como também a vizinha, Aquidauana, onde manda os jogos no estádio Noroeste.

Torcida tem sido o diferencial do Seduc na competição
(Foto: Reprodução/Facebook)
Em busca do tricampeonato, a equipe enfrenta o Cena nas semifinais e, por ter campanha inferior, terá de decidir fora de casa, no entanto, a expectativa é levar a vantagem ao segundo jogo, com o apoio do torcedor. “Estamos confiantes em fazer o resultado em casa e ir pra Nova Andradina com a vantagem. Nosso torcedor é nosso diferencial. Temos tido praticamente mil torcedores nos jogos e isso conta muito pra nós”, disse o presidente do clube, Wilson Araújo Santana.

Para o dirigente, a camisa do Seduc tem pesado para chegar até aqui. Até o momento são seis vitórias, dois empates e apenas uma derrota. Na primeira fase, em um grupo com Mirandense, São José e Corumbaense, vitórias por 2 a 0 e 3 a 1, contra os dois primeiros, respectivamente, e empate contra o galo carijó em 2 a 2. Na segunda fase, o adversário foi o time de Porto Murtinho, onde venceu fora de casa por 1 a 0 e empatou em casa em 1 a 1.

Na etapa seguinte, contra o Nioaque, duas vitórias: 2 a 1, fora de casa, e 4 a 0 em Aquidauana, e na última fase, vitória sobre o Conquista por 2 a 0 e derrota, na volta, por 3 a 2, jogo mais difícil até aqui e considerado “atípico” pelo presidente do clube. “Foi uma partida para provação. Jogamos grande parte da partida com um jogador a menos e ainda tivemos 12 minutos de acréscimos, foi um jogo bastante complicado”, relembrou o dirigente.

Para chegar em vários anos seguidos à finais, o clube conta com um alto investimento e trabalho a longo prazo. Do grupo semifinalista, apenas três estão no limite da idade e não poderão jogar o estadual da categoria no próximo ano. Além disso, o nome do projeto já atrai garotos de todos os cantos do Estado e até do país, devido a grande estrutura que a equipe oferece.

“O diferencial é que o Seduc mantém um trabalho ao longo do tempo e com isso, se tornou um polo regional, com alojamento de, em média, dez garotos. Temos jogadores de Bodoquena, Bonito, Porto Murtinho, Campo Grande, do Mato Grosso e da Paraíba. Isso fortalece nossa base, já que temos a possibilidade de trazer jogadores de fora. Além da comissão técnica que é mantida ao longo dos anos”, conta Wilson Santana.

Esta matéria faz parte do especial sobre as equipes semifinalistas do sub-17. Confira os demais sobre o CenaConquista e Sete de Setembro.
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