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Rodrigo Gral chega ao gol 600 em sua carreira e deve voltar ao Operário em 2017

Gral fez cinco gols pelo galo (Foto: Divulgação/OFC)
Um dos destaques do Operário durante o Campeonato Sul-Matogrossense deste ano, o atacante Rodrigo Gral marcou no último domingo (18) o gol de número 600 em sua carreira, segundo os cálculos do próprio jogador. A marca foi alcançada no empate entre Djursland, time onde atua, e AABYHOJ, em 1 a 1, pela Serie 1 do campeonato dinamarquês, equivalente à quinta divisão nacional.

Para atingir este feito, o jogador soma além dos gols como profissional, àqueles anotados nas categorias de base, tanto no Campeonato Metropolitano de Porto Alegre, pelo Inter, quanto nos tempos de Grêmio. Ele já fez gol no Japão, no Oriente Médio, em Brunei, nos Estados Unidos e por onze clubes do futebol brasileiro, como Grêmio, Flamengo, Chapecoense e Operário, seu último clube no país, no primeiro semestre deste ano.

Em sua passagem pelo galo, o atacante anotou cinco gols no estadual, entre eles o tento que decretou o empate no retorno do clássico contra o Comercial à primeira divisão e dois contra o Novoperário, nas partidas da primeira fase. Os números com a camisa alvinegra, porém, devem aumentar a partir de janeiro.

Em entrevista ao Diário Catarinense, Gral afirmou estar apalavrado com o time campo-grandense para a próxima temporada. “Tenho convite para jogar mais uma temporada ainda. Estou apalavrado com o Operário de Campo Grande-MS. Estou me preparando para jogar mais uma temporada ainda”, disse o atacante.

Aos 39 anos, o jogador diz que ainda não pensa em parar, mas realiza desde sua chegada a Europa um curso para se tornar treinador de futebol. “Aprender sempre é bom. Ver a mentalidade europeia, como pensa e planeja um clube dentro e fora de campo, a transição entre comissão técnica e diretoria, o planejamento. Pois para você ser treinador na Europa tem que tirar carteira. Precisa saber não só dentro de campo, a questão tática, mas também a estrutura geral do clube”, afirmou o jogador.

Dentre os 600 gols, ele enumera vários marcantes, porém, um em especial o jogador guarda na memória. “Cada um tem sua importância, o primeiro como profissional pelo Grêmio, na seleção, Libertadores, disputa de título, mas fica para sempre o gol 500 [de sua carreira] pela Chape [em 2012], com a família no estádio”, contou o jogador, que conclui. “Não imaginei que chegaria nesta marca. Mas o amor que tenho pela minha profissão me fez seguir ainda jogando e aproveitando pois sei que está perto o final”.
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